18 de mai de 2011

DESENVOLVIMENTO DE PROJETO - ELEMENTOS

>>> ELEMENTOS  PARA O DESENVOLVIMENTO DE PROJETO

>>>Texto 

>>>MODELO COMENTADO DE ANTEPROJETO 

>>>MODELO

COMO SOLUCIONAR UM PROBLEMA...

COMO SOLUCIONAR UM
PROBLEMA 
 


1. Sementes.
A maneira de solucionar um problema é acreditar que para cada problema há uma solução. De fato, cada problema contém as sementes da sua própria solução. Você vai encontrar a resposta para o seu problema se pesquisar a fundo o problema em si.
 
2. Calma.
Uma premissa básica para resolver um problema é manter-se emocional-mente calmo.
O nervosismo pode bloquear o poder do fluxo de pensamentos. Portanto, é importante reduzir o estresse e os elementos de tensão, pois a mente só pode operar com eficiência quando as emoções estão sob controle.
 
3. Reunir.
Ao lidar com um problema, um procedimento adequado é reunir todos os fatos imparcial, impessoal e legalmente. Tome uma atitude científica em relação aos elementos do problema.
 
4. Papel.
Coloque no papel todos os componentes do problema, a fim de que possa vê-los com coerência e ordenadamente. Tal procedimento ajudará a esclarecer seus pensamentos, colocando os diferentes fatores do problema em ordem sistemática. Quando puder ver claramente, terá mais condições de pensar com clareza.
 
5. Forçar.
Nunca tente forçar a resposta do problema. Mantenha a mente tranqüila e permita que a solução se apresente naturalmente, tornando-se clara. O perigo em forçar uma resposta é que você pode estar impondo aquilo que deseja em vez daquilo que é correto.
 
6. Oração.
Ore intensamente sobre o seu problema. Acredite e afirme que mediante a orientação divina você vai receber discernimento e iluminação mental. A compreensão espiritual produz inevitavelmente a melhor solução possível.
 
7. Conselho.
Precisamos com freqüência de ajuda para um problema. É importante então obter conselhos sábios. Aplique aqui o pensamento contido no Salmo 73.24: “Guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás em glória”. Esse conselho de alto nível está repleto de sabedoria.
 
8. Intuição.
Os processos mentais possuem uma qualidade sutil que pode ser descrita como intuição, ou sentimento e impressão da coisa certa a fazer. Este procedimento intuitivo é melhor condicionado pela oração e discernimento espiritual quando tenta pensar os pensamentos de Deus sobre o problema.
 
9. Meditar.
Deixe o problema flutuar livremente em seus pensamentos. Não exerça pressão, tensão ou mesmo imponha um prazo. Permita apenas que ele subsista em atividade mental
descontraída. A mente irá produzir a resposta quando necessário.
 
10. Criativo.
Confie no poder criativo de sua mente para obter uma resposta adequada, mediante o processo de pensar, orar e afirmar. Deixe que Deusguie você, usando o método do discernimento, a fim de chegar a uma solução apropriada para o seu problema.

GERACÕES PLUGADAS NAS TECNOLOGIAS - CARACTERIZACÃO

MODALIDADES DE GERAÇÕES[1][1][1]
BABY BOOMERS (nascidos entre 1942-62)
CUSPERS (nascidos entre 1963-1964)
GERAÇÃO X (nascidos entre 1965-77 ou 80)
GERAÇÃO Y (nascidos entre 1980-2000)
Geração XY (indíviduos da geração Y que buscam reconhecimento como os da X)
Geração Z (...nascidos entre 90-2009)
Geração Alpha (nascidos a partir de 2010)


  





Quadro - Gerações e suas características.
Gerações

Ano de
Nascimento

Características


A geração y
Nascidos
entre
78 - 83

Y, de Yahoo. Caracteriza-se por
ser individualista, consumista,
informada e absolutamente digital.

Geração Z

Nascidos
entre
84 - 2000

"Z" de zapear, que significa ficar
trocando de canais de televisão a
cada cinco segundos. São pessoas
que buscam informação a todo o
momento. Também conhecidos
como geração: “on-line”, “net”,
“digital” ou “pontocom”.

Geração C
Nascidos
entre
84 - 2000
Não é regida
por ano de nasc
nascimento
Também é conhecida como
geração “V” ou geração Virtual. É
composta de pessoas de múltiplos
grupos demográficos e idades, que
participam de comunidades
virtuais, games online e de  redes
sociais.



 Fonte: Rainmaker Thinking Inc., site: Marketing Profissional e site: IDG NOW
         



Geração Y

A partir das pesquisas e leituras realizadas, ajudaram a compreender os aspectos que caracterizam os jovens de hoje, condição indispensável essencial, para podermos compreender esta geração jovem, e poder ter uma prática condizente, buscando a raiz de toda esta situação.  
Começando pude perceber que a origem, a raiz destas gerações esta em que os pais pensando em proporcionar conforto, bem estar que não tiveram, além de tudo proporcionaram a seus filhos o que não tiveram e deram atenção, estimularam e fomentaram a autoestima. Penso que isto seja o fator principal da maneira de pensar e agir desta geração y ou c. 
Inicialmente temos que considerar que há pouca diferença entre as gerações Y e C.
É importante conhecer e estudar melhor, as gerações Y e C, para melhor compreender e analisar as crianças e os jovens com os quais trabalhamos.                        
Onde está a raiz de toda essa realidade, esse comportamento das gerações mais novas?
Para nos ajudar a responder esta questão vamos conhecer as características da geração Y e C:
Geração Y: realizam varias atividades ao mesmo tempo, não se sujeitam facilmente, são determinados, exigentes, muitas vezes não medindo as conseqüências de suas atitudes, dominam facilmente as tecnologias.
A geração C, que tendo o C como letra inicial caracterizando-se como: conectados, comunicativos, computadorizados e estão sempre clicando. provém de criadores(autores), cooperadores, conectados com o mundo, é a geração da comunicação, da interatividade, também tem facilidade de lidar com as tecnologias modernas.                                                                                                  
Penso que devemos considerar e partir destas características se quisermos desenvolver um trabalho que realmente cative e motive os educandos, a partir das características acima expostas, tendo considerado a origem destas gerações, para não termos uma pratica que não atinja os verdadeiros anseios e ajudá-los, capacitá-los assim a também construir conhecimento, aproveitando suas aptidões e domínio das tecnologias, para tanto os educadores necessitam conhecer e dominar também as novas tecnologias.

Passo Fundo, 18/05/2011
Onesio Primo Longhi


13 de mai de 2011

INFORMACÕES ÚTEIS E IMPORTANTES

IMPORTANTE:
1. CARTÓRIO
Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br

Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.

2. AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes...
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
3. DOCUMENTOS ROUBADOS
BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11).

Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..

4. MULTA DE TRANSITO
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.

Código de Trânsito BrasileiroArt. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.

EDUCACÃO: PERSPECTIVA DE ANÁLISE

De avanços e autocríticas na educação

“Se não há uma boa base educativa, uma boa metodologia, que some aos conhecimentos que já existem, não haverá mudança, não haverá educação integral, será impossível ter em conta o ser humano em sua totalidade” (César Muñoz Jimenez, estudioso da educação)

Estamos na aurora de um tempo em que, no afã de indicar culpados para os problemas da educação, alguns são tentados a usar argumentos simplificados e pouco consistentes, maculando as verdadeiras razões para explicar a realidade como ela é. A velocidade dos avanços tecnológicos e científicos e nem a volta aos “velhos métodos” servem de bases de resolução dos nossos problemas humanos atuais. Os mais sóbrios e experientes já aprenderam que para problemas complexos, como da educação brasileira, não existem soluções simples e de fácil aplicação, ou de aplicação generalizada.
 O objeto da educação são as pessoas, por isso a complexidade de tratar, ao mesmo tempo, habilidades como a leitura e compreensão dos contextos e a construção de conceitos com a necessidade da integração dos sujeitos a partir da família, da escola e da comunidade. Este processo é sempre lento, gradual, com princípios que conduzam à realização humana, o que ultrapassa a dimensão mecânica do processo de ensino-aprendizagem.
Os avanços das idéias progressistas no Brasil estão associados aos processos de conquista da liberdade, da organização e da democracia, a partir da Constituição Federal de 1988. Neste contexto, estão imbricados as inúmeras conquistas sociais que se materializaram em políticas públicas de saúde, educação, trabalho, moradia, assistência social, proteção às crianças e adolescentes, de inclusão, etc. Desta “caldeira política cultural” emergiram as teorias e compreensões progressistas da educação que foram afirmando a necessidade de construirmos os próprios sujeitos do conhecimento. Igualmente verdadeiro, podendo-se comprovar, suas proposições estão imprimindo algumas mudanças na gestão da educação, o que não quer dizer que resolveram todos os seus problemas, o que também não era a sua intenção.
Se houveram avanços que podemos atribuir aos progressistas é que estes conquistaram, junto com o povo brasileiro, a garantia do acesso às escolas públicas. Finalmente, a escola passa a ser um lugar também considerado pelo povo, pela maioria pobre e desvalida, pelos filhos dos trabalhadores. Outra questão, igualmente nobre de “avanço”, é a contundente teimosia de associar “educação pública com qualidade”: pedagógica, de gestão e de conhecimento.  Mas o Estado fez os investimentos públicos necessários para dar conta das novas demandas criadas, seja na qualificação dos espaços físicos, seja em investimentos na gestão escolar e na qualificação profissional dos docentes? Tratou a educação com prioridade?
Nossa escola pública, que se inspira sim em ideais progressistas, é uma escola que seguiu um modelo de educação centrada na lógica da abstração, da memória, do intelecto, sem considerar, de forma consistente, a realidade concreta em que vivem os sujeitos do conhecimento. Sem perceber a gravidade, deixou de trabalhar as dimensões cognitivas de caráter prático como as artes, as técnicas agrícolas, o trabalho com madeira, as atividades domésticas e de culinária, as hortas escolares. Foi tendo dificuldades de incorporar os elementos das novas gerações como a fantasia, a criatividade e a imaginação. Estas sim, razões para uma revisão de propósitos.
O maior risco, mais uma vez, é a educação virar mais um produto de consumo, não um serviço público e uma política de inclusão, com cidadania. Os progressistas desejam uma educação contextualizada, acreditando que a vida pode ser melhor a partir de oportunidades, do conhecimento e da cidadania ativa. A formação integral, sua bandeira, compreende o ser humano em sua totalidade, investiga as reais necessidades dos sujeitos para então intervir pedagogicamente, desencadeando os processos de aprendizagem.    

Nei Alberto Pies, professor e ativista de direitos humanos. (pies.neialberto@gmail.com)
        

6 de mai de 2011

DIREITOS AUTORAIS, CONSTRUÇÃO E SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO. É POSSIVEL?

DIREITOS AUTORAIS, CONSTRUÇÃO E SOCIALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO.
É POSSIVEL?

Acredito que ao utilizar textos, livros, sínteses, teses, monografias, materiais disponibilizados na internet, bem como qualquer outro conhecimento  elaborado, é importante se fazer referência aos autores é importante, primeiramente pelo respeito e esforço dispensado nesta atividade, importantíssima, que é a elaboração de quem sabe, novas propostas, novas maneiras de pensar e agir, por essas razões entendo que  o autor deve ter os direitos autorais garantidos. No entanto considero também que todas as elaborações teóricas, cientificas, sejam elas de qualquer gênero tem uma função social a cumprir, ou seja, deve obrigatoriamente ser disponibilizada a todos.    
Importante chamar a atenção aos alunos para este aspecto, pelo fato de que esta pode ser uma das maneiras de desperta-los, desafiá-los e desperta-los para a valorização destes conhecimentos e que os mesmos sejam capacitados também a construí-los individualmente e coletivamente.
Em minhas atividades como educador, busco sempre, destacar a questão do respeito aos direitos autorais sim, pelo fato de que o autor fez um esforço em sua elaboração, o mínimo é que esse esforço seja respeitado e considerado.
Uma maneira para despertar os educandos para isso é desafiando-os a elaborarem um texto, escrever sobre um determinado assunto, e após questionar se gostariam que esse texto fosse utilizado sem fazer referencia ao seu autor.
A criatividade na elaboração do conhecimento é fundamental, pois isso pode caracterizar cada autor, o contexto no qual está inserido, dando-lhe maior direito de propriedade, entendida não na lógica do capital, propriedade individual, mas sim como propriedade coletiva.
O direito a informação e ao processo de formação educacional integral, podem ser considerados, por alguns, preponderantes ao direito autoral, de propriedade privada, geralmente apresentada na perspectiva e na lógica do capital, do lucro, da dominação, da exploração outros consideram isto como uma verdade absoluta. Onde estará o meio termo disto?
A potencialidade e a facilidade de utilização das mídias são enormes, e por essa razão devemos estimular a autoria na elaboração dos trabalhos, desafiando-os a postarem na internet, capacitando-os e tornando-os conscientes, responsáveis por suas produções. Penso que a internet, as mídias são fundamentais para isso.
A formação dos educandos, realmente é um desafio a ser enfrentado com capacitação e formação eficiente e atualizado, começando pelos educadores, na perspectiva de responder as grandes questões, como: prepará-los para a vida, para o mercado de trabalho, desenvolver o senso crítico, a responsabilidade, comportamentos éticos, despertar para o espírito de equipe, o respeito mútuo, a responsabilidade. As tecnologias têm muito a contribuir neste processo, apontando para a reflexão e para a possibilidade de construção e o resgate de questões fundamentais: os valores, de modo especial o respeito e valorização da VIDA.
 Os blogs são uma ferramenta pedagógica, que nos possibilita uma melhor e maior interação com os nossos educandos, proporcionando maior envolvimento, comprometimento, participação e cooperação. 
Acredito que devemos estimular o aluno para a autoria através da utilização das tecnologias, contribuindo na superação da prática bancaria da educação e apontando para uma postura ativa, a partir do processo educativo. Penso que esta seja a verdadeira função do educador, contribuindo para a constituição de sujeitos da História.

Fundo Fundo, 06/05/2011
Onesio Primo Longhi

DIA DAS MÃES - REFLEXÕES

Dos amores de nossas mães

“Uma garotinha, perguntada onde era sua casa, respondeu: onde minha mãe está” (Keith L. Brooks)

            Escrever sobre o amor de nossas mães é um grande desafio. O amor materno é sempre sagrado, capaz de abarcar as dimensões humanas mais ricas e contraditórias. Sua pureza se confunde com “amor radical”, nem sempre compreendido por sua incondicional capacidade de perdoar, de re-atar, de re-considerar, de re-aprender a viver do jeito que é possível, apesar dos pesares.
            Somente as mães conhecem realmente seus filhos e suas filhas. Por conhecê-los tanto e tão bem, são capazes de reconhecer os seus desejos e potencialidades, mas também os seus limites e fragilidades. Não raras vezes, são mal interpretadas porque dedicam mais atenção e apoio para um dos seus filhos ou filhas que, justamente, mais necessita de sua ajuda e presença.
            Nossas mães aprenderam e ensinaram que ser justo é dar a todos e todas as mesmas medidas, as mesmas proporções, dividindo tudo em partes iguais. O bolo de mãe, o melhor de todos, é sempre dividido em partes iguais para cada um de seus filhos e filhas. Parece que esta é sempre a fórmula mais justa de dividir os bens e artigos que possuem materialidade. Mas valerá esta mesma regra para “distribuir” carinhos, afagos, apoio e atenções? Para as mães, não. Para os filhos, sim.  
Sem perceber, nossas mães fortaleceram nossos egoísmos e caíram numa cilada que, não raras vezes, volta-se contra elas na medida em que os filhos, sempre diferentes, exigem que sejam tratados de maneira igualitária. Mas como tratar de forma igual filhos tão diferentes, com diferentes necessidades de compreensão, de apoio, de ajuda de todas as ordens, inclusive ajudas financeiras?
Em toda família com mais de um filho há um que precisa de uma presença, vigilância e cuidado maior do que o outro. Não é verdade que as mães amam diferente a cada um de seus filhos ou filhas e amam em diferentes intensidades, mas é fato que as mesmas dedicam-se aos filhos na proporção da necessidade que os filhos revelam para elas. Por isso mesmo, não se justificam as birras e incompreensões para com elas.
             Não adianta a gente querer esconder de nossa mãe aquilo que a gente é. A mãe da gente não precisa de faro nem de varinha mágica para descobrir o que se passa com a gente. Seu olhar e sua presença transpassam a nossa vida, tornando esta mesma vida como que uma extensão de si mesmas.
            Celebremos, pois, o amor sagrado de nossas mães. Saibamos reconhecer que o bem maior, nossa vida, foi gerado por elas. Saibamos reconhecer que, com a pureza de seu amor, as mães jamais seriam capazes de atrapalhar os nossos planos, desde que estes, uma vez verdadeiros, nos ajudem a ser o que a gente é.
            Todas as mães são únicas. São mães a seu modo por conta de nós, seus filhos. Elas nos geraram, mas não puderam prever como a gente iria ser. Embora insistam em dividir o bolo em partes iguais, por força do hábito, elas nos provam de que fazer justiça não é dividir em partes iguais, mas dar a cada um e cada uma conforme as suas necessidades.
            Vida longa e saudável a todas as mães brasileiras!

Nei Alberto Pies, professor e ativista de direitos humanos.



Fundo Fundo, 06/05/2011

 


3 de mai de 2011

MIDIAS NA EDUCAÇÃO - CICLO AVANÇADO VANTAGENS, DESVANTAGENS E RESPONSABILIDADES DA AUTORIA >>WEB E POSSIBILIDADES DE USO NA EDUCACÃO

>>> WEB E EDUCACÃO   


VANTAGENS, DESVANTAGENS E RESPONSABILIDADES DA AUTORIA

        Iniciaria afirmando que as possibilidades de utilização, após o surgimento das tecnologias, são muitas e que, a partir delas surgiu um novo cenário e partindo disto a utilização da WEB na EDUCACÃO é de fundamental importância, pois além de contribuir essencialmente para que os professores e alunos serem produtores e divulgadores de suas pesquisas, trabalhos e projetos.
          Penso que podemos perfeitamente nos relacionar com as tecnologias a partir dos aspectos que apontei acima, ou seja, diante deste novo cenário, procuro estar perfeitamente sincronizado com as tecnologias, considerá-las e utilizá-las, não somente em meu trabalho fora da escola, trabalho este mais técnico, burocrático, de pesquisa dentre outras coisas, utilizo muito em meu trabalho na escola, usando o laboratório de informática, tendo como referencia muito grande o blog que criei neste curso: http://www.filosofiaemidias.blogspot.com/ ,  onde tenho disponibilizado nele muitos livros que contribuam no processo ensino-aprendizagem e também para ampliar a cultura. Procuro utilizar disponibilizando atividades na perspectiva de contribuir no desafio de tornar a busca do conhecimento prazerosa. Podemos encontrar nele, algumas elaborações, links, sites inclusive com atividades lúdicas, nos mais variados componentes curriculares. 
       Utilizo também o Wiki, criado em uma das atividades, também deste curso, para postar atividades, dentre outras, para disponibilizar textos, materiais de estudo e aprofundamento do trabalho pedagógico, elaboração de planos de estudo, entre outros, desenvolvido com os educadores da Escola Prestes Guimarães, veja:http://programaseducativos.wiki.zoho.com/  , ou mais especificamente:   http://programaseducativos.wiki.zoho.com/FUNDAMENTOS-PARA-PLANOS-DE-ESTUDO-ESCOLA-PRESTES-GUIMARÃES.html   possibilitando um intercambio maior, troca de informações, onde a questão da autoria deixa de ser meramente individual, para apontar para um processo de construção coletiva.
       A questão da autoria é algo muito importante, mas que não podemos ficar somente valorizando a concepção que reforça a lógica da concentração do capital. Temos sim que apontar para a lógica da construção e socialização dos conhecimentos de forma mais justa. Sabemos que desencadear este processo, em uma sociedade gerida pelo capital, não é algo tão simples, exigindo uma dedicação, um esforço muito grande, para apontar outras possibilidades, que já estão sendo postas em pratica por alguns pensadores, por exemplo, Ladislau Dowbor, veja no link: http://dowbor.org/, que disponibiliza online suas produções. Basta verificarmos o que ele mesmo afirma a respeito, lendo em seu site.
         Penso ser isso algo realmente revolucionário, mas ao mesmo tempo algo difícil de acontecer. Pensarão, questionarão outros ou mesmo nós: O que estará querendo com isso?  Questionamentos, desconstituições, etc... ‘a parte, o que importa, e é o que nos interessa é que podemos ver que são possíveis outras praticas com relação à construção e socialização do conhecimento. O importante é que o conhecimento seja elaborado e junto com isto seja feita uma socialização, a mais justa e equânime possível.        
         Acredito ser este o papel determinante do educador comprometido com o processo de transformação do contexto e de construção de outra sociedade.

Para meus filhos queridos, Emanuelle e Gabriel.

Fundo Fundo, 06/05/2011
Onesio Primo Longhi